28 de dezembro de 2010

"Não sei."


Não sei se poso, não sei se devo ,será mesmo se é a coisa certa? Será que é o que quero? Essas perguntas se repetem sempre no meu dia a dia não sei o que quero, não sei se poso fazer, mas tenho uma certeza que sempre faço não aquilo que esta programado, mais sim o que da na minha cabeça por que as melhores coisas que acontece na minha vida não é programado , não é marcado não tem hora certa elas acontece naturalmente .
Na certeza de um amor e achar um nada, de chorar sozinha, de sentir tudo que tem de sentir de desabafar com as simples parede branca do meu quarto, e abraçando o meu urso de pelúcia que presencia todos os momentos da minha vida, sejam eles o mais feliz ou ate o mais triste, que escuta eu reclamando e falando das minha paixões e dos meus sonhos impossíveis .
Sei que gostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que, aliás, é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto. Apesar de ter muito medo de um dia descobrir que você não tava sendo realmente você, e que eu apostei todas as minhas fichas da sorte em quem não devia. Apesar de não ter planejado gostar de você.
Mais hoje eu sei que as coisas passam e o melhor que tenho que fazer é deixar que elas realmente possam ir embora. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: sempre digo a mim mesma que o que passou, jamais voltará. Lembro de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na minha vida.


                                                                                                              -Micaele Ledo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário